Quem Somos

Criado em 2000, o grupo faz parte do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco, e desenvolve trabalhos focados na ecologia e conservação de comunidades e populações de ambientes recifais, no planejamento e criação de áreas protegidas, na influência de mudanças climáticas em ecossistemas recifais e costeiros, e em estudos sobre a dinâmica da pesca artesanal com suas práticas e conhecimentos.


Alguns dos trabalhos desenvolvidos incluem subsídios para planos de manejo de Unidades de Conservação, ecologia e metodologias de monitoramento de ambientes recifais, avaliação de saúde ecossistêmica (incluindo efeitos de impactos humanos e climáticos), biologia e dinâmica populacional (incluindo recursos pesqueiros, agregações reprodutivas, dinâmica das pescarias e áreas marinhas protegidas).


Através dos estudos desenvolvidos, fornecemos bases para o desenvolvimento de estratégias que permitam a utilização sustentável dos ambientes recifais e ecossistemas adjacentes, bem como de seus recursos. Estes resultados são de especial relevância para a Região Nordeste, onde milhões de pessoas dependem destes ambientes costeiros para seu sustento, cultura e sobrevivência.

DESTAQUES

Agosto de 2020

Já está disponível o artigo que foi produto do doutorado da pesquisadora Camila Brasil, utilizando imagens de satélite para ver feições no fundo do mar a mais de 70 metros de profundidade por toda a plataforma de Recife a Maceió. Canais submarinos e a própria quebra da plataforma foram visualizados de fora do planeta, a partir do satélite Landsat 8, que disponibiliza suas imagens de forma gratuita para análises. Com isso, temos a possibilidade de uma visão mais integrada da plataforma marinha, com importantes implicações para o Planejamento Espacial Marinho, monitoramento e gestão da região. 

 

Este trabalho, orientado pela Profa. Beatrice Padovani e co-orientado pelo Prof. Gil Strenzel, está inserido por completo no âmbito do PELD-TAMS e, como todos os outros trabalhos que conseguimos finalizar nesses anos, contou com o apoio imensurável do CEPENE e do Prof. Mauro Maida (Docean-UFPE / Instituto Recifes Costeiros).

O artigo pode ser acessado através do link: Da Silveira et al. 2020; Pushing satellite imagery to new depths: Seascape feature mapping in a tropical shelf.

Fevereiro de 2019

A tese do aluno de doutorado Henrique Grande, que investigou a diversidade de indivíduos pré-assentantes nos recifes de Tamandaré, foi capa da edição de fevereiro da Journal of Fish Biology. O estudo se baseia em um banco de dados coletados ao longo de 5 anos, e que inclui 4422 indivíduos de 76 espécies, 56 gêneros e 36 famílias. O trabalho representa o primeiro estudo sobre as espécies de peixes pré-assentantes no sudoeste do Oceano Atlântico, e pode ser lido na íntegra através do link abaixo:

Grande et al. 2018; Diversity of settlement-stage reef fishes captured by light trap in a tropical south-west Atlantic Ocean coastal reef system.

PROJETOS DE PESQUISA E PARCERIAS

O ICMBio, a Fundação Toyota do Brasil e a Fundação SOS Mata Atlântica são parceiros no Projeto desenvolvido na Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais, unidade de conservação federal que abrange os estados de Alagoas e Pernambuco. A iniciativa tem como prioridades a conservação dos recifes de corais, a proteção das áreas de manguezais, a preservação da população de peixe-boi marinho e o desenvolvimento de negócios ligados à pesca e ao turismo responsáveis dentro da APA.

O monitoramento dos recifes de coral no Brasil foi estabelecido a partir do Projeto Piloto de Monitoramento de Recifes de Coral do Brasil, iniciado em 2002, coordenado pela Universidade Federal de Pernambuco e contando com o apoio financeiro do PROBIO/MMA. Desde 2010 as atividades relacionadas com o monitoramento dos recifes de coral estão sendo realizadas em conjunto pela Universidade Federal de Pernambuco, Instituto Recifes Costeiros - IRCOS, MMA e ICMBio.

Monitoramento dos Recifes de Coral do Brasil

Luta pela preservação dos corais APA Costa dos Corais

Esta campanha foi desenvolvida em 2001, com apoio financeiro da Convenção de Ramsar, e  em parceria com os gestores das unidades de conservação (IBAMA), com a Universidade Federal de Pernambuco, e com  o Instituto Recifes Costeiros. O objetivo é  informar aos usuários de unidades de conservação e de ambientes com recifes de coral sobre a importância da preservação dessas áreas e incentivar uma prática responsável durante as atividades recreativas em locais com recifes de coral. 

Departamento de Oceanografia

© 2018 por Jéssica Borba

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